[PROJETO] Eterno - Patrini Viero

Hey, pessoas!

Fiquei o fim de semana inteiro sem postar nada aqui, e peço desculpas por isso. Hoje eu trouxe para vocês mais um capítulo da história de Emma e Isaac, e espero que vocês gostem. Vamos conferir?

SINOPSE: Emma Banks não passava de uma garota normal de 16 anos. Ia à escola, tinha amigos, e um pai amoroso que se dedicava a ela ardentemente. Ela não podia desconfiar os segredos que cercavam sua vida. Desde que se lembrava, Emma havia crescido apenas com o pai, já que sua mãe falecera quando era muito pequena. Apesar de não falarem sobre ela, Emma sabia que seu pai a idolatrava, e que ela era uma pessoa muito importante. Depois do rapto de seu pai e do aparecimento misterioso de um estranho garoto em sua casa, Emma começou a desvendar um mundo ao qual nunca podia imaginar que pertencesse. E agora estava nas mãos dela não só a sobrevivência de seu pai, mas também o futuro de uma espécie e o verdadeiro amor. Até onde você iria por quem mais ama?

CAPÍTULO QUATRO

Emma mal chegou em sua casa, estirou-se na cama e dormiu, exausta. Diferente do que esperava, seu sono foi conturbado: cheio de pesadelos, que ela, por mais que se esforçasse, não conseguia tirar da cabeça.
“Ela corria por entre galhos de árvores caídas, e o estalar das folhas secas pelo gelo do inverno era o único som que ela podia ouvir. Alguns segundos antes ela estava sendo perseguida, por alguma coisa que ela ainda não sabia como nomear. Seu peito doía pelo esforço, e sua respiração entrecortada dificultava sua corrida. A velocidade de seus pés diminuía a cada passo dado, e ela já não aguentava mais o peso de seu próprio corpo. Os espinhos arranhavam suas pernas, e as feridas começavam a latejar, a arder. Tudo que queria era sentar debaixo da sombra de uma daquelas árvores, e esperar por ele, pois, de alguma forma, ela sabia que ele viria. Ela podia senti-lo perto, podia sentir seu cheiro e ver seu olhar preocupado enquanto adentrava a floresta atrás dela. Ao simples pensamento do garoto que ela amava vindo ao seu encontro, um sorriso inconveniente surgiu em seus lábios, fazendo sua mente viajar pra aldeia mais próxima, onde ele vivia. Ela permitiu-se, por um momento breve, sonhar com os braços dele envolvendo-a, com os lábios dele tocando os seus, e seu abraço a protegendo de todos os perigos. Mas logo percebeu que ela não tinha tempo pra pensar nisso: com uma rápida olhada para trás, percebeu que seus perseguidores tinham voltado a achá-la. O pânico mais uma vez dominou-a, e ela obrigou suas pernas a correrem num ritmo frenético novamente. Apesar de tentar, eles agora estavam mais ligeiros que ela, e, por mais que se apressasse, sabia que logo aquelas criaturas iriam alcançá-la. Foi num instante de distração, pelo medo, pelo receio de ser pega, que ela tropeçou na pedra à sua frente, e foi ao chão. Era o imprevisto que os bandidos estavam esperando: a garota ouviu seus passos ficarem mais rápidos e contínuos, enquanto o som rústico de suas vozes urravam de maneira incompreensível. A angústia tomou conta dela, e todo o seu corpo estremeceu ao imaginar como eles iriam tratá-la. Quando finalmente conseguiu levantar-se, já era tarde demais. As criaturas estavam bem na sua frente, paradas, imóveis e imensas, causando espanto com a simples presença. Eles esticaram os braços prontos a agarrá-la, e os olhos da garota fecharam-se quase que instintivamente com o gesto dos demônios. Foi então que ela ouviu um murmúrio alto, um grito agudo quase como um estrondo, e, em seguida, um baque surdo. Abriu os olhos, então, e não conseguiu acreditar no que via. Ele estava ali. Lindo e corajoso. Lindo e sempre seu. Era ele, ele que a garota sabia desde o início que viria. Ele que nunca a abandonara. Ele que ela amava. Era o seu homem. O seu anjo...”
- Isaac – ela sussurrou, e logo depois abriu os olhos.
A primeira coisa que viu foi o rosto do garoto que estava dormindo na cadeira ao lado de sua cama. Reparando bem agora, quieto daquele jeito, ele não parecia estranho para Emma. Alguma coisa nos traços bem feitos de seu rosto, ou nos cabelos desgrenhados caindo aos maços em sua fronte, era familiar para ela de algum lugar. Um lugar onde, apesar de nunca ter estado antes, desde que se lembrara, a atormentava todas as noites quando ela pegava no sono. Um lugar secreto, feito só para quem acreditava; e ela, querendo ou não, era uma dessas pessoas. Ao lembrar de onde conhecia aquele garoto, Emma parou de respirar por um milésimo de segundo. Não, não podia ser. Aquilo não era real. Nada daquilo era verdade. Ela ainda estava em sua cama, coberta com o seu edredom, dormindo o seu sono. E ela precisava convencer a si mesma de que tudo que estava pensando não passava de um sonho. Inclusive o que sentia quando chegava perto dele.

[EBOOK #5] Projeto: Espalhe a leitura!

Hey, pessoas!

Hoje é dia de projeto Espalhe a leitura aqui no Livros Viajantes, e os ebooks escolhidos foram uma das distopias que eu mais gosto: a trilogia Divergente, de Veronica Roth. Espero que gostem!

1. Divergente


SINOPSE: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Baixe aqui ou aqui

2. Insurgente


SINOPSE: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Baixe aqui ou aqui

3. Convergente


SINOPSE: A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia Divergente, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. Livro mais vendido pela Amazon no segmento infantojuvenil em 2013, Convergente chega ao Brasil em meio à expectativa pela estreia de Divergente nos cinemas, em abril. A série segue no topo na lista de bestsellers do The New York Times.

Baixe aqui ou aqui

4. Quatro: A Trasnferência


SINOPSE: Um pouco mais sobre Quatro! Os fãs da aclamada série Divergente, de Veronica Roth - autora bestseller do New York Times -, vão se empolgar com A transferência, a primeira de quatro novas histórias contadas sob a perspectiva de Quatro. Cada breve história explora o mundo da série Divergente pelos olhos do misterioso, mas carismático, Tobias Eaton, revelando facetas desconhecidas de sua personalidade, de seu passado e de seus relacionamentos. 

Baixe aqui

5. Quatro Medos - Quatro conta a cena do arremesso de faca


SINOPSE: Autora da aclamada série Divergente, Veronica Roth, reconta um dos capítulos do primeiro livro da trilogia sob a perspectiva do personagem Quatro. O conto oferece uma nova visão dos fatos antes narrados por Tris. Saiba mais sobre os segredos de Tobias. E não deixe de conferir os primeiros capítulos de Divergente e Insurgente ao final do livro digital. 

Baixe aqui

Aproveitem muito a leitura, porque a série é maravilhosa. Até a próxima postagem!

Beijos 

[TOP 5] Especial Stephen King

Hey, pessoas!

Hoje é mais um dia de Top 5, e como recentemente foi aniversário de um dos meus autores favoritos, resolvi homenageá-lo aqui no blog. As dicas que vocês verão agora são de filmes, adaptados a partir de best-sellers do mestre do terror Stephen King. Para fazer essa postagem, eu me inspirei em um post tudo de bom lá da revista Super Interessante. A matéria completa está nesse link. Dados os créditos da ideia, espero que gostem da coluna de hoje, e não esqueçam do cobertor para cobrir os olhos haha o.O

1. O Iluminado (The Shining - 1980)


O filme conta a história de uma família que, durante o inverno, fica isolada em um hotel sinistro. Nesse local, uma presença maligna passa a influenciar o pai, deixando-o violento, enquanto seu filho começa a ter visões aterrorizantes do passado e futuro. O roteiro foi adaptado para o cinema a partir do livro The Shinig, mas o autor acabou não aprovando a direção de Stanley Kubrick, apesar de esse ser um dos filmes mais famosos baseados em seus livros. Devido a esse fato, King fez sua própria adaptação numa série de TV, em 1997.

2. À Espera de Um Milagre (The Green Mile - 1999)


A história se passa no corredor da morte, em uma prisão no sul dos EUA, ano de 1935. Ali, conhecemos o relacionamento comovente entre um guarda da prisão e um preso que possui o dom de cura. Dessa amizade, surgem episódios realmente emocionantes. O roteiro foi baseado na obra The Green Mile, de Stephen King. O elenco é super estrelado, e conta com as brilhantes participações de Tom Hanks e Michael Clarke Duncan como protagonistas.

3. IT - Uma Obra Prima do Medo (IT- 1990)


Há 30 anos, uma cidade do interior dos Estados Unidos foi aterrorizada por um assassino de crianças, conhecido como ‘A Coisa’. Agora, a criatura sanguinária reaparece sob a forma de um palhaço. Quando o bibliotecário Michael Hanlon sente sua presença, ele convoca outros seis amigos para combater o monstro que destruiu suas infâncias. O roteiro foi adaptado do livro homônimo de Stephen King, e eu confesso que morro de medo de palhaços até hoje por culpa desse filme.

4. 1408 (2004)


O filme nos conta a história de um escritor, especializado em livros sobre casos paranormais. Para sua inspiração, ele se hospeda  no quarto 1408 do Hotel Dolphin (Nova York), lugar de onde, dizem, ninguém sai vivo. O filme é relativamente novo e foi baseado num conto de mesmo nome do mestre do terror.

5. Carrie , A Estranha (Carrie - 1976)


É claro que um dos best-sellers mais famosos de Stephen King não poderia faltar no nosso Top 5. O longa nos conta a vida e descobertas de Carrie White, uma garota extremamente insegura que vive com a mãe, uma fanática religiosa, isolada de tudo e todos. Na escola, Carrie é maltratada frequentemente pelos colegas. Porém, tudo muda quando ela descobre seus dons paranormais, e passa a colocar sua vingança acima de tudo. O filme foi baseado no livro de King, de mesmo nome, e já teve três adaptações cinematográficas: 1976, 2002 e, mais recentemente, em 2013.

É isso, galera, espero que tenham gostado das dicas do Top 5 de hoje, e preparem os corações para muitos sustos se decidirem segui-las, mas não esqueçam de vir me contar o que acharam dos filmes.

Vida longa ao nosso mestre Stephen King!

Até a próxima postagem!

Beijos 

[TAG] Desafio Literário

Hey, pessoas!

Nas minhas andanças pela Internet, descobri um desafio interessante no blog Apenas Mais Uma História Minha. Uma tag literária, que consistia em responder a quatro perguntas referentes a personagens de livros que você leu. Como eu adoro tags, e literatura, resolvi encarar mais essa, e agora vocês vão conhecer minhas escolhas. Preparados?!

A. Dez Garotas de livros que seriam suas BFF's

Bom, não é nada fácil escolher apenas dez personagens entre todos os livros que eu já li, mas vou tentar. 

1. Hazel Grace (A Culpa é Das Estrelas) - Claro que a Hazel, com seu tom irônico e sarcástico muitas vezes, não poderia faltar nessa lista. Acho que eu adoraria passar horas divagando com ela sobre o final bizarro de Uma Aflição Imperial, e escutando as suas sacadas divertidas e tremendamente engraçadas.

2. Lena (Dezesseis Luas) - Eu a acho completamente cativante, gente: ela é decidida, forte e tem uma incrível capacidade de aceitar seu próprio destino, e mesmo assim muitas vezes questionar suas escolhas. Gostaria muito de poder ajudá-la com suas indecisões e aprender um pouco mais sobre o mundo sobrenatural e fantástico que a rodeia. Quem sabe ela não me passa um pouco da coragem que é tão típica dela, não é?

3. Penn (série Fallen) - A amiga da Lucy é tudo de bom, eu acho. Desde o início a garota a aceitou e ajudou-a a se acostumar a nova vida. A garota é um poço de bondade e ternura, e é impossível não se encantar pelos seus conselhos tão sábios. Além disso ela se mostra leal até o fim, tanto para com Lucy como para com o pai, motivo dela ter continuado na escola. Sofri tanto quando ela morreu, gente! (ops, spoiller).

4. Riley (série Os Imortais) - É praticamente irresistível o carisma que essa garotinha tem. Apesar da pouca idade, ela é muito bem-humorada, e sabe aproveitar seus dons como ninguém. Tem sacadas de adulto, e independente da faixa etária diferente eu seria capaz de ficar horas ouvindo tagarelando sem para. Juro, não me cansaria!

5. Jamie Sullivan (Um Amor para Recordar) - Cara, o que dizer da Jamie? Ela é uma daquelas personagens pelas quais a gente se afeiçoa na hora. Generosa ao extremo, pensa nos outros antes de si mesma, e é capaz de se sacrificar por quem mais ama, qualidade que eu admiro muito numa pessoa. Além disso é muito corajosa, apesar de parecer frágil e doce ao mesmo tempo, o que é ainda mais curioso e cativante nela.

6. Lena (Delírio) - Sim, outra Lena. E apesar de eu acha esse nome bonito, não, esse não é o motivo. Essa Lena é da série Delírio, da Lauren Oliver, e eu sou apaixonada pela personagem. Ela é forte, impulsiva, não tem medo de encarar suas falhas e sabe muito bem o que quer. Não pensa antes de se entregar ao amor que sente por por Alex, mesmo isso indo contra todos os princípios que foram colocados na sua cabeça desde muito nova. Além disso, tem um amor e admiração profundos pela mãe, independente do que dizem sobre ela, e eu acho isso lindo.

7. Whisty (Bruxos e Bruxas) - Eu adoro essa garota. Ela é completamente espevitada, não tá nem aí pra opinião de ninguém sobre si mesma e faz o que dá na telha toda hora. Além disso não tem papas na língua, emite sua opinião sempre, doa a quem doer, é rebelde, engraçada, chegando a ser irônica, e decidida. É isso aí, menina!

8. Rhiannon (Todo Dia) - A Rhiannon é uma menina bem singular. Insegura e carente, acho que eu me identifico bastante com o jeito introvertido dela. Ela tem características bem exclusivas, e isso a torna ainda mais interessante. Além disso, ela não é daquela pessoas desconfiadas, e não pensa duas vezes antes de seguir o próprio coração.

9. Beatrice (Divergente) - A Beatrice é um amor, galera! Ela tem toda aquela aparência de forte, mas no fundo se derrete toda quando fica perto do Quatro, o que é muito eu com meu namorado haha Mas enfim, ela também é corajosa e sabe muito bem o que quer pra sua vida, tanto que contraria a opinião de todos num dos momentos mais importantes da vida dela, sem medo das consequências que isso traria.

10. Clary (série Os Instrumentos Mortais) - Mais uma menina de atitude! Apesar de ser um pouco bobinha em algumas de suas decisões, elas são sempre bem justificadas, e eu admiro a coragem que ela tem de enfrentar o mundo dos Caçadores de Sombras, tão diferente de tudo que ela conhecia até então.

B. Dez Garotos de livros que seriam seus namorados

Gente, eu sou tão feliz com o meu gordo (tá, o apelido é horrível, mas também é fofo, vai!) que eu nem sei se teria olhos para outros caras, mesmo fictícios. Mas vamos lá, vou tentar.

1. Colin (O Teorema Katherine) - Ok, meu nome não é Katherine, mas Colin é um cara bem interessante. Ele é inteligente, demais, e tem sempre uma resposta na ponta da língua para qualquer pergunta, e eu admiro isso. Além disso, é fiel a seus amigos e amores, por mais que eles não tenham dado muito certo, e me parece ser o tipo de cara que não tem medo de demonstrar o que sente, o que eu acho bem legal num garoto.

2. Quatro (Divergente) - O Quatro é aquele tipo de cara por quem toda garota baba. Ele é forte, corajoso, tem personalidade própria e segue seus instintos sempre, até na hora de se apaixonar. Mas também sabe ser fofo e protetor, além de muito carinhoso, o que é tudo de bom.

3. Dace (série The Soul Seekers) - Dace é um garoto tímido que passa despercebido na maioria dos lugares. Mas depois que o conhecemos melhor ele se demonstra maduro e inteligente, e tem conselhos maravilhosos para qualquer momento, além de ser o tipo de pessoa com quem podemos contar em todas as situações.

4. Gerry (P.S. Eu te amo) - O Gerry é um cara e tanto. Bem-humorado, divertido, completamente cativante e empolgado com a vida. Não tem como não se apaixonar. Ele coloca paixão em tudo que faz, e ama intensamente, o que eu acho muito bonito. Além disso, valoriza seus amigos e a própria Holly como seus bens mais preciosos, uma qualidade que realmente faz a diferença.

5. A (Todo Dia) - O que eu posso dizer? O A me conquistou logo de cara. Ele é diferente de todos os personagens que eu conhecia até então, e mesmo assim não perde a fé e a vontade de viver. Tem esperanças de que um dia possa viver seu amor com Rhiannon, e o que ele faz por ela no final do livro é deixar qualquer garota suspirando.

6. Bradwell (Puros) - O Bradwell é o tipo de cara que se faz de forte, mas no fundo é completamente carente de carinho. Ele nutre um sentimento muito bonito pela Pressia, e o que eu mais admiro nele é a sua garra e o fato de ele colocar a aparência abaixo do interior das pessoas. Isso é uma característica muito marcante, que acaba por nos ensinar bastante.

7. Charlie (As Vantagens de ser Invisível) - Charlie é um garoto bastante inseguro, a meu ver, mas dentro de si ele esconde uma face linda: ele é puro e persistente. Apesar de todas as dificuldades que enfrenta na adolescência (que, convenhamos, nunca é fácil para ninguém) ele não perde a capacidade de acreditar no amor e na vida. Além disso, tem uma filosofia muito bonita de se conhecer, e um lado intelectual que é um charme!

8. Ethan (Dezesseis Luas) - O Ethan é um garoto bem interessante. Acho bonito o modo como ele apoia Lena, e cuida dela, mesmo muitas vezes não podendo fazer muita coisa para protegê-la. Além disso, não mede esforços para que ela se sinta feliz e bem ao seu lado, e acredita em seu lado melhor acima de tudo.

9. Alex (Delírio) - Eu acho o Alex incrível! Ele é engraçado na medida certa, mas também sabe falar sério quando precisa. Além disso, segue suas próprias crenças, e não abandona seu povo por nada, e tem a capacidade sempre surpreendente de colocar o amor acima de tudo.

10. Stefan (Diários de um Vampiro) - O Stefan é um don juan dos melhores. Cavalheiro, gentil e incrivelmente paciente, ele não mede esforços para fazer Helena feliz. Apesar de sua natureza assustadora, ele controla seus instintos em nome do amor que sente pela mocinha da história, e isso é, no mínimo, admirável. Além disso, ele mudou por ela, gente, eu sempre vou achar isso incrível!

C. Três famílias literárias que você queria que fossem suas

Existem tantas famílias legais nos livros que ando lendo, que vai ser difícil escolher apenas três, mas vamos lá!

1. Família de Lena (Dezesseis Luas) - Não adiante, sempre que eu penso em uma família literária eu lembro da de Lena. Seu tio Malcolm é o amor em pessoa: tem todo aquele estilo misterioso, mas no fundo só quer o bem da sobrinha, e a trata como uma verdadeira filha. Além disso, o resto da família de Lena também tem suas peculiaridades, o que só os deixa ainda mais interessantes.

2. Família de Hazel Grace (A Culpa é das Estrelas) - Os pais da Hazel são incríveis: eles se esforçam para deixar a filha contente, e fazem de tudo para que ela se sinta acolhida e confortável. Apesar de parecerem um pouco super-protetores, na maioria das vezes a garota só precisa insistir um pouco mais para que eles logo cedam e até a acompanhem nas suas aventuras. Família que se aventura unida, permanece unida!

3. Família de Ever (Para Sempre) - Bom, essa família é mais especificamente a tia da garota, e eu a acho tudo de bom. Ela acolheu a sobrinha quando ela mais precisou, e fez de tudo para que ela se sentisse em casa. Muitas vezes abriu mão de suas próprias vontades para acompanhar Ever, e foi compreensiva o bastante para confortar a garota e mesmo assim respeitar seus momentos isolados.

D. Qual seu livro preferido e qual ser mágico você gostaria de ser?

Livro preferido, tá aí uma coisa impossível de decidir. Hoje em dia eu tenho muito prediletos, mas posso dizer que o que chega mais próximo de preferidos, os quais eu indico para todo mundo e que quero que leiam, são Todo Dia, do David Levithan e Capitães da Areia, de Jorge Amado. São dois livros que sempre me tiram o fôlego quando falo ou releio qualquer passagem deles (que frequentemente acaba numa releitura completa do livro, pausa para os risos). Quanto ao ser mágico que eu gostaria de ser, não sei se é exatamente mágico, eu diria mais sobrenatural, mas não consigo pensar em nenhum outro: eu sou, sempre serei, isto está dentro de mim e é mais forte que eu, apaixonada por vampiros. Eles são fascinantes e perturbadores ao mesmo tempo, o que é incrível. Além disso eles conseguem demonstrar os dois lados do ser humano em um só ser: o lado perverso e predador, e aquele outro lado, que tem medo da própria natureza e não sabe o que fazer para não machucar quem mais ama.

Bom, gente, desafio completo, espero que vocês tenham gostado das minhas escolhas. Não esqueçam de comentar aqui embaixo sobre os seus personagens preferidos. Até a próxima postagem!

Beijos 

[AUMENTA O SOM] Playlist #3: Meu namorado ouve

Hey, pessoas!

Hoje é dia de Aumenta o Som e eu vim contar quais são as músicas que não saem do fone de ouvido do meu namorado. Isso mesmo, ele topou o desafio e agora nós vamos conhecer as escolhas dele. Vamos conferir?!

1. When I Find Love Again (James Blunt)


2. Sun Daze (Florida Georgia Line)



3. Eu Sou a Maré Viva (Fresno)



4. Uma Gota no Oceano (NX Zero)



5. The Best Of Me (Sum 41)



6. What Are You Waiting For? (Nickelback)



7. Sol de Paz (Strike)



8. With Me (Sum 41)



9. Closer To The Edge (30 Seconds To Mars)



10. Rude (Magic!)



E aí, tô bem de namorado ou não? Não esqueçam de comentar sobre o que acharam das escolhas aqui embaixo da postagem! Até a próxima!

Beijos 

[NOTÍCIA] Trailer de 'Jogos Vorazes: A Esperança: Parte 1' divulgado



Hey, pessoas!

Forninhos finalmente caíram! O trailer de A Esperança - Parte 1, aguardado final de Jogos Vorazes, foi liberado. O elenco conta com Jennifer Lawrence (Katniss Everdeen), Josh Hutcherson (Peeta), Liam Hemsworth (Gale), Woody Harrelson (Haymitch), Elizabeth Banks (Effie), Donald Sutherland (Presidente Snow), Sam Claflin (Finnick) e Jena Malone (Johanna), Julianne Moore (Presidenta Alma Coin), Natalie Dormer (Cressida), Mahershala Boggs (Ali), Wes Chatham (Castor), Evan Ross (Messalla) e Elden Henson (Pollux), além de muitos outros atores incríveis.

Agora, enquanto o filme não estreia no Brasil (a estreia está prevista para 19 de novembro) você pode matar um pouco da curiosidade com os pôsteres do longa e com o trailer divulgado! Vamos ao que interessa, enfim.

Aqui vão os pôsteres dos rebeldes do Distrito 13:

 

                           

                            

    

E agora, sem mais lenga lenga, vamos ao trailer fresquinho para vocês:



Depois de toda essa espera, alguns dias/meses a mais não vão fazer diferença, certo? Afinal, vai valer muito a pena! Até a próxima postagem!

Beijos 

[RESENHA] O Teorema Katherine - John Green

Hey, pessoas!

Faz algum tempo que as resenhas deixaram de aparecer por aqui, tudo isso porque eu não estava encontrando coragem para escrever elas para vocês. Minha culpa, admito! Mas hoje eu estou de volta, e no melhor estilo. O escolhido da vez é O Teorema Katherine, de John Green. Vamos conhecer um pouco mais sobre ele?


TÍTULO: O Teorema Katherine
AUTOR: John Green
EDITORA: Intrínseca
AVALIAÇÃO: 
SINOPSE: Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Colin é um garoto prodígio, mais inteligente do que maioria. Desde muito pequeno seus pais o incentivaram a buscar conhecimento de todas as formas possíveis, e essa é a única vida que o garoto conhece. Colin tem um grande amigo, Hassan, que é seu oposto: engraçado e sociável, Hassan o complementa, e é um dos, senão o único, amigo de Colin. A vida do nosso personagem principal gira em torno de um triste carma: ele se apaixona por garotas, todas elas chamadas Katherine. Até aí não seria tão ruim, se não fosse pelo fato de que todas as garotas com quem se envolve acabassem terminando com ele. Depois de sua última perda amorosa, Colin fica tão deprimido que resolve cair na estrada com Hassan em seu velho carro, sem nenhum rumo em mente.

Foi assim que chegaram a Gutshot, e, consequentemente, à mercearia administrada por Lindsey Lee Wells. A garota logo faz amizade com os dois meninos, e sua mãe, a admirável e respeitada senhora Hollis, dona de quase todo o pequeno vilarejo, os convida a morar com as duas e trabalhar para ela. Como não tem muita opção, e não tem mesmo nada mais importante para ser feito, os meninos acabam aceitando a oferta. Os garotos então passam a percorrer a cidade no rabecão de Colin, a entrevistar pessoas mais velhas do que eles poderiam imaginar para a construção de um documentário sobre o início do vilarejo de Gutshot, que Hollis insistia em deixar registrado.


Colin, porém, mesmo com toda a aventura repentina que se descortina a sua frente, não consegue esquecer a K-19 (lê-se Katherine última). Mais ainda, ele não se conforma de não ser importante, não o tanto que sua inteligência permitiria. Colin queria ser famoso e grande, queria ser lembrado. E ele sabia que seu tempo de prodígio estava acabando, mas ainda não havia feito nada que guardasse seu nome na memória das pessoas.

É numa dessas andanças com Lindsey que Colin encontra realmente seu momento eureca (algo como uma grande feito, para ele): ele percebe que, com toda a sua experiência em relacionamentos fracassados, poderia criar um teorema para descobrir o futuro dos namoros, e ainda quem terminaria com quem, o garoto ou a garota. Por mais irracional ou utópica que essa ideia pudesse parecer, Colin acreditava piamente que conseguiria confirmar sua teoria. E foi assim que o seu tempo livre acabou sendo dedicado, ao invés de as saídas com Lindsey, Hassan e os amigos de Gutshot, ao seu caderninho o lápis, fiéis companheiros da vida toda.

Conforme o tempo foi passando, Colin percebeu que seu coração não continuava tão apertado quanto antes, e que agora ele não mais sentia o desejo de falar com a K-19 e de tê-la em seus braços novamente. O garoto percebeu que ele estava realmente divertindo-se, coisa muito rara na vida dele. Só então ele se deu conta de certos detalhes que estavam na frente do seu nariz, e apenas ele não conseguia enxergar. Se quiserem saber quais são as descobertas e emoções que Colin experimenta durante sua jornada, não deixe de ler o livro.


Os livros de John Green são sempre uma obra de arte à parte. A escrita dele é envolvente, e com isso o autor nos prende do início ao fim. O Teorema Katherine é aquele tipo de livro que te seduz pela capa. Eu, particularmente, acho a arte dela maravilhosa, e penso que combina muito com o conteúdo do livro. Mérito da editora! Mas é claro que, nesse caso, a capa fica em segundo plano assim que você começa a desvendar as páginas do livro. E que história elas escondem. Colin é o típico nerd adolescente, que não se dá bem em relacionamentos e quer ser importante para a humanidade, como se esse fosse seu destino desde que veio ao mundo. Porém ele ignora tudo de bom que acontece ao seu redor, e, pensando ser esse o seu carma, só consegue enxergar Katherines na sua frente. Talvez esse seja seu maior erro. 

O livro é narrado em terceira pessoa, e assim temos uma visão bem geral da história, e não o ponto de vista dos personagens. Eu acredito que Green possa ter pecado um pouco por esse lado, mas isso não pode vir a ser considerado um problema, pois o narrador está ciente de todos os sentimentos e situações pelas quais os personagens passam, então acabamos conhecendo-os assim mesmo. É apenas uma questão de gosto, na verdade. Eu prefiro narrativas em primeira pessoa.

Gostei bastante do enredo, primeiro porque nunca tinha lido uma história onde o personagem principal fosse um cara inteligente (me identifiquei rs) e segundo porque a trama foi muito bem desenvolvida, e realmente conseguiu me prender, tanto que eu ficava torcendo para Colin perceber logo os seus verdadeiros sentimentos e preocupações. Acredito que envolver o leitor seja essencial para qualquer tipo de livro, e, da minha parte, gosto muito mais daquelas obras que te fazem se apegar a cada personagem (ou odiar alguns) e torcer para o final feliz deles.

Colin foi um personagem muito bem construído, com todas as sacadas de gênio e dificuldade em se relacionar com o mundo à sua volta. Hassan é contrário dele: engraçado e despreocupado, foi ele quem me fez rir na maior parte do livro. Lindsey é uma daquelas personagens que entra no momento certo, da maneira exata. Gostei muito da garota, pelo seu jeito descontraído de ser. Ela conseguiu arrancar de Colin reações e segredos que ninguém mais conseguiu no decorrer do livro. Além disso, é uma garota decidida, e com medos. Aliás, todos os personagens tem seus próprios medos e enfrentam suas dificuldades com relação ao seu futuro, o que torna-os muito mais reais, a meu ver.


A história em si foi uma grande surpresa para mim, confesso que esperava algo mais complexo, com várias referências intelectuais que eu, por mais nerd que fosse, não conseguisse entender. Mas Green conseguiu, mais uma vez, superar todas as minhas expectativas, e ao invés de uma narrativa complicada, ele nos deu uma trama elaborada e trabalhada de uma forma que fosse acessível e próxima a todos os leitores. Isso foi uma das coisas que eu achei mais incríveis do livro: ele é simples, e nem por isso destoa do tema proposto (o garoto prodígio).

Quando à diagramação, ela é delicada, e bastante simples também, sem muitos adereços. Ao longo das páginas podemos encontrar alguns gráficos, que fazem parte da teoria de Colin, e além disso temos as notas de rodapés super inteligentes e divertidas que acompanham praticamente todos os episódios da história. Isso foi uma sacada de gênio, fala a verdade! Ao final do livro, ainda podemos nos deleitar com uma explicação para a teoria de Colin! Sim, o amigo matemático de Green, Daniel Biss, nos coloca por dentro do raciocínio de Colin de um jeito fácil, que fará até pessoas completamente avessas à matemática (como eu) se apaixonar. Final perfeito para um livro que chega muito perto disso.


Existe apenas uma coisa da qual eu senti falta na história: sentimento. Ok, Colin é uma fábrica deles. Mas eu estou falando de sentimentos que o livro desperta no leitor. Eu, apesar de me envolver com a história e dar algumas boas risadas com ela, não consegui me sentir profundamente tocada ao final do livro. Talvez seja exigência demais, mas as minhas quatro estrelas foram exatamente por causa desse detalhe. Para mim, livros cinco estrelas são aqueles que mudam algo em ti depois que você os termina, e O Teorema Katherina, infelizmente, não me marcou tanto assim.

Não por isso, porém, eu deixo de indicar o livro. A leitura é fluida e divertida, dá para ler em um dia só (eu fiz isso). Tenho certeza que vocês também vão se deliciar com as peripécias e trapalhadas de Colin, e gargalhar bastante com todas as situações inusitadas em que os personagens se colocam. Fica aqui a minha recomendação, o livro vale a pena! Depois de lerem não esqueçam de vir me contar suas impressões. Até a próxima postagem!

Beijos 

[TOP QUOTES #4] Todo Dia - David Levithan

Hey, pessoas!

Estive um pouco sumida por aqui, porque aproveitei o fim de semana para colocar meus estudos e leituras em dia. Hoje trago para vocês mais uma sessão Top Quotes, e dessa vez o escolhido é o livro Todo Dia, de David Levithan. Como ele é um dos meus queridinhos já faz algum tempo, tive certa dificuldade em escolher apenas alguns trechos, mas espero que vocês curtam as escolhas!

"Todo dia sou uma pessoa diferente. Eu sou eu, sei que sou eu, mas também sou outra pessoa. Sempre foi assim." (página 7)

"Todos nós temos mistérios, especialmente quando vistos pelo lado de dentro." (página 8)

"Se tem uma coisa que aprendi é isso: todos nós queremos que tudo fique bem. Nem mesmo desejamos que as coisas sejam fantásticas, maravilhosas ou extraordinárias. Satisfeitos, aceitamos o bem, porque, na maior parte do tempo, bem é o suficiente." (página 11)

"Enquanto cochilamos, sinto uma coisa que nunca senti. Uma proximidade que não é apenas física. Uma conexão que desafia o fato de que acabamos de nos conhecer. Um sentimentos que só pode vir da mais eufórica das sensações: a de pertencer a alguém." (página 25)

"O momento em que você se apaixona parece carregar séculos, gerações atrás de si - tudo isso se reorganizando para que essa interseção precisa e incomum possa acontecer. Em seu coração, em seus ossos, por mais bobo que saiba que é, você sente que tudo levou a isso, que todas as flechas secretas estavam apontando para este lugar, que o universo e o próprio tempo construíram isso muito tempo atrás, e agora você acaba percebendo que chegou ao local onde sempre deveria ter estado." (página 25)

"Pessoas normais não tem que decidir o que deve ser lembrado. Vocês recebem uma hierarquia, personagens recorrentes, a ajuda da repetição, da expectativa, a base firme de uma longa história. Mas eu preciso decidir a importância de todas as lembranças." (página 49)

"É como se, ao amar alguém, essa pessoa se tornasse sua razão. E talvez seja o inverso; talvez eu tenha me apaixonado por ela porque preciso de uma razão." (página 62)

"É isso que o amor faz: que você queira reescrever o mundo. Que você queira escolher os personagens, construir o cenário, dirigir o roteiro. A pessoa que você ama senta de frente para você, e você quer fazer tudo que estiver ao seu alcance para tornar isso possível, infinitamente possível. E quando são vocês doi a sós numa sala, você pode fingir que é assim que as coisas são, que é assim que as coisas serão." (página 151)

"Quero contar a Rhianon tudo sobre isso. Porque, quando algo acontece, é ela a pessoa a quem quero contar. O indicador mais básico do amor." (página 186)

"Não tenho coragem de dizer a ele que esse é o jeito errado de pensar sobre o mundo. Sempre haverá mais perguntas. Toda resposta leva a mais perguntas. O único meio de sobreviver é abrindo mão de algumas." (página 186)

"Tenho que me lembrar que as pessoas normais também sentem isso: o desejo de pegar um momento e transformá-lo em eternidade. O desejo de ficar assim por muito mais do que realmente vai durar." (página 200)

"Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho. Ele depende de nós para conquistar em seu nome." (página 242)

Eu não sei vocês, mas eu me apaixonei por cada trecho desse livro, e chegar a pensar apenas estes aí de cima foi um martírio. Depois me contem nos comentários o que vocês acharam das escolhas e do livro, se já leram. Até a próxima postagem!

Beijos 

Por que, cientificamente, os leitores são as melhores pessoas para se apaixonar?

Hey, pessoas!

Eu vi essa matéria em uma dessas minhas andanças pela Internet, e decidi que tinha de compartilhar com vocês, porque definitivamente, é uma maravilha. Então, se vocês, assim como eu, ficaram curiosos com o título, fiquem tranquilos, a matéria segue adiante, não completa, porém com o link da matéria para que vocês possam contemplá-la na íntegra. Antes, porém, gostaria de deixar aqui posto que a fonte da pesquisa é o Elite Daily, e a tradução foi feita pelo pessoal do blog Leitores Possessivos, e eu (com a ajuda do Google, claro) acrescentei outras partes que me pareceram interessantes. Créditos devidamente postos, vamos ao que interessa!


LAUREN MARTIN • JUL 9, 2014 - 1:59PM.

Why Readers, Scientifically, Are The Best People To Fall In Love With

Já terminou um livro? Quero dizer, realmente terminou um? Capa a Capa. Você respira, do fundo dos seus pulmões e se senta lá. Livro nas duas mãos, a cabeça observando a capa, contracapa, e a parede em frente a você. Você é grato, pensativo. Você se sente como um pedaço de você se perdeu ou ganhou. Você acabou de experimentar algo íntimo, profundo. (Talvez, erótico?). Você só tinha uma metamorfose intensa e transitória. 

Como se apaixonar por um estranho que você nunca vai ver de novo, a sua dor com o anseio e a tristeza de um caso que terminou, mas, ao mesmo tempo, sentir-se satisfeito. Completo com a experiência, a conexão, a riqueza que vem depois de digerir uma outra alma. Você se sente alimentado, mesmo que apenas por pouco tempo.

Esse tipo de leitura, segundo a revista Time Annie Murphy, é chamado de "leitura profunda", uma prática que está prestes a ser extinta, já que as pessoas estão lendo menos.

Não é nenhuma surpresa que os leitores são pessoas melhores. Tendo experimentado a vida de outra pessoa alguém através de olhos abstratos, que aprenderam o que é para deixar seus corpos e ver o mundo através de outros quadros de referência. 

Eles têm acesso a centenas de almas, e à sabedoria recolhida de todas elas. Eles têm visto coisas que você nunca vai entender e experimentaram mortes de pessoas que você nunca saberá. 

Eles aprenderam o que é ser uma mulher e um homem. Eles sabem o que é ver alguém sofrer. Eles são sábios além de seus anos.

Se você ainda está à procura de alguém para completar você, para preencher o vazio do seu coração isoladamente-curado, olhe para a raça que está morrendo. Você vai encontrá-los em lojas de café, parques e metrôs. Você vai vê-los com mochilas, sacos de ombro e malas. Eles serão curiosos e com alma, e você vai saber nos primeiros minutos de falar com eles.

Eles não vão falar com você... vão conversar com você.

Eles vão escrever cartas e poemas para você. Eles são prolixos, descritivos; mas não de um modo desagradável. Não apenas respondem uma pergunta e dão declarações sobre ela, mas contra-atacam com teorias e pensamentos profundos. Eles vão te encantar 
com seus conhecimentos de palavras e ideias.

De acordo com o estudo, "O Que a Leitura Faz Para a Mente" por Anne E. Cunningham da Universidade da California, Berkeley, ler proporciona uma aula de vocabulário que crianças nunca obteriam frequentando a escola. Segundo Cunningham, "A quantidade do crescimento do vocabulário durante a vida de uma criança ocorre mais indiretamente através da exibição da linguagem do que pelo ensino direto".

Faça um favor a si mesmo e namore alguém que realmente saiba como usar a língua.

Eles não vão querer você... Eles entenderão você. 

Você só deve se apaixonar por alguém que possa ver sua alma. Deve ser alguém que tenha atingido dentro de você, aquelas partes mais íntimas que ninguém poderia ter encontrado antes. Deve ser uma pessoa que não apenas conhece você, mas que te entende totalmente.

De acordo com o psicólogo David Comer Kidd, na New School for Social Research, "O que grandes escritores fazem é levar você para dentro da história, a partir da sua escrita. Na ficção literária, a incompletude dos personagens transforma sua mente para tentar entender a mente dos outros".

Isso é provado uma e outra vez, mais pessoas tomam a leitura. Sua habilidade de se conectar com personagens que eles não encontraram fazem eles entenderem as pessoas ao redor muito mais fácil. Eles têm a capacidade de empatia. Eles podem nem sempre concordar com você, mas eles vão tentar ver as coisas do seu ponto de vista.

Eles não são apenas inteligentes... São sábios.

Ser excessivamente inteligente é desagradável, mas ser sábio é um ponto positivo. Há algo irresistível em alguém de quem você pode aprender. A necessidade de uma conversa espirituosa e divertida é mais indispensável do que você pode acreditar, e se apaixonar por um leitor vai melhorar não só a conversa, mas o nível da mesma.

De acordo com Cunningham, leitores são mais inteligentes devido ao maior vocabulário e habilidades de memória, além da capacidade de detectar padrões. Eles possuem funções cognitivas superiores à média dos não-leitores, e podem se comunicar de maneira eficaz e completa.

Encontrar alguém que lê é como namorar milhares de almas. É ganhar a experiência que eles ganharam de tudo que já leram e a sabedoria que vem com essas experiências. É como namorar um professor, um romântico e um explorador.

Se você namorar alguém que lê, então você, também, viverá milhares de vidas diferentes.

***

Tradução: Ayanna Carla e Italo Henrique.

O texto completo vocês podem conferir aqui.

E agora me digam, tem como não se apaixonar pela leitura? Acho que a resposta é não.

Beijos 

[RESENHA] Para Sempre - Alyson Noël

Hey, pessoas!

Ando muito atribulada com a minha vida na faculdade, portanto está um pouco difícil colocar minhas leituras em dia. Mas assim que termino um livro, venho aqui e conto para vocês as minhas impressões sobre ele. O escolhido da vez é Para Sempre, primeiro título da série Os Imortais, de Alyson Noël. Vamos conhecê-lo?!


TÍTULO: Para Sempre
AUTOR: Alyson Noël
EDITORA: Intrínseca
NÚMERO DE PÁGINAS: 261 páginas
AVALIAÇÃO: 
SINOPSE: Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante. Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor. Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida... e apaixonada.

Ever Bloom era uma adolescente normal, popular no colégio e líder de torcida, até que sua vida muda drasticamente quando ela escapa ilesa de um acidente de carro que matou toda sua família: a partir desse momento ela se torna uma aberração, capaz de ver auras e ler pensamentos de outras pessoas. A menina, então, se isola, e sua vida agora se resume à escola e às poucas conversas com os amigos, Miles e Haven, os excluídos do colégio. Isso até ela conhecer Damen, o garoto novo (e perfeito) pelo qual todas as garotas estão suspirando, e que, por algum motivo que vai além da compreensão de Ever, parece ter uma ligação muito singular com ela, pelo modo como a olha e a trata.

Tentando ignorar seus dons, e fazendo o máximo para punir-se pelo acidente que causou à sua família, tudo que Ever não queria era se ver apaixonada por um garoto desconhecido, que faz sua cabeça finamente descansar de todos os pensamentos borbulhando ali e suas mãos suarem frio. Seu único desejo é continuar invisível, deixando de lado todas as ameaças e palavras ofensivas dirigidas a ela. Porém, quando Damen começa a se aproximar demais, Ever tem certeza de que não pode mais fugir da verdade: ele é diferente. E ela gosta disso.


A série de Alyson Noël é composta por seis livros, e confesso que o primeiro deles foi uma surpresa para mim. Quando comecei a leitura, não esperava muito do livro, já tinha lido algumas críticas sobre ele ser previsível, apenas mais do mesmo, como vários outros por aí. E admito que, até o décimo capítulo, ele não saiu desse juízo. Porém, a partir do momento que a vida de Ever ganhou um rumo novo, a trama começou a ficar mais empolgante, e eu li razoavelmente rápido o volume, que, convenhamos, nem é tão longo assim.

O livro é narrado em primeira pessoa, sob a perspectiva de Ever, e começa depois de ela já ter perdido a família. Ever é a típica adolescente perdida que se culpa pela morte dos pais e da irmã. Mas suas características normais acabam na insegurança e na invisibilidade: ela vê auras, lê pensamentos e recebe visitas constantes do fantasma da irmã morta.Eu particularmente achei a protagonista um pouco chata demais, ela tem muitos problemas, e eu entendo isso, mas a maior parte do livro é dedicada aos dramas da garota, talvez por culpa da autora, o que não me deixou simpatizar por completo com Ever. Para mim a personagem mais interessante do livro é mesmo Riley, a irmãzinha de Ever, uma garotinha de doze anos, divertida e irônica. Muitas das partes de humor do livro ficam por conta dela, e eu achei hilárias todas as sacadas que ela faz no decorrer da história.


Damen é o cara dos sonhos de toda garota: bonito, inteligente e completamente dedicado. O cara não mede esforços para agradar a amada, e a protege de todos os perigos que possamos imaginar, muitas vezes se sacrificando para isso. Acho que talvez essa perfeição tenha me deixado um pouco descrente, fazendo com que eu não conseguisse me afeiçoar inteiramente ao personagem, por saber que não existe tamanhas qualidades sem nem sequer um defeitinho. Os amigo de Ever também são personagens bastante importantes, visto que são eles que estão ao lado da menina na maior parte do tempo. Porém eu senti que talvez eles tenham sido pouco explorados, acho que podia ter havido mais ligação entre eles e a trama.

O que eu mais gostei na história, além do fato de tratar de misticismo, e seres sobrenaturais, é a visão de imortalidade que a autora coloca no enredo: a imortalidade é uma escolha, você não está fadado a isso. Pode "pular fora quando quiser", usando as sábias palavras de Ever, e eu nunca tinha lido nada que encarasse este tema desta forma. Achei isso hilário, e foi o que mais me encantou no livro.

Quanto à diagramação, ela é bem simples, mas bonita, apenas destacando os capítulos. Ao final do livro, podemos ler uma parte (mais especificamente o primeiro capítulo) do livro seguinte da série, eu gosto muito disso nos livros que tratam de sagas, porque já incita aquela curiosidade natural que temos com relação às histórias.


Felizmente, fui surpreendida de um jeito bom com o livro, esperava menos dele, e a autora conseguiu, a meu ver, criar uma trama coesa, cheia de ligações que tornaram a história mais interessante do que eu pensei que seria. Tenho ideia de terminar a série quando tiver oportunidade, e indico o livro para aqueles que gostam de leituras com narrativa informal, e histórias de ficção sobrenatural. Não esqueçam de me contar suas impressões nos comentários. Até a próxima postagem!

Beijos 

[RESULTADO] Promoção Um Mês de LV

Hey, pessoas!

Hoje é dia de deixar alguém muito feliz aqui no Livros Viajantes. Vamos conhecer o ganhador da promoção de um mês do blog, que vai levar para casa três livros lindos e românticos da Harlequin. E agora sem mais delongas, vamos ao vencedor?

E A SORTUDA FOI ÉRIKA M.!!!




PARABÉNS ÉRIKA!!!

Um e-mail já foi enviado para o seu endereço, e você tem até 48 horas para responder com os seus dados completos. Caso isso não aconteça, o sorteio será refeito. Muito obrigada a todos que participaram, e aguardem porque tem mais promoção pintando por aí! Até a próxima postagem!

Beijos 

[NOTÍCIAS] Diretor de Cidades de Papel escolhido

Cidades de Papel_capa_post



Hey, pessoas!

Que o livro Cidades de Papel, do John Green, vai ser adaptado para o cinema vocês já sabiam, certo? O que vocês ainda não sabem é que o diretor do longa acabou de ser anunciado pelo próprio John Green no Twitter. Será Jake Schreier (o cara da foto abaixo), que iniciou em sua carreira de diretor em 2012, com o filme Frank e o Robô.

Jake+Schreier+56th+BFI+London+Film+Festival+9ZJIdSJlVvSl

Além disso, o ator que interpretará o protagonista do livro também já está confirmado: é Nat Wolff, que fez o papel de Isaac em A Culpa é Das Estrelas. Outras figurinhas carimbadas em adaptações dos livros de John Green também já confirmaram presença: os roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber e os produtores Wyck Godfrey e Marty Bowen.

O longa tem estreia prevista para os cinemas em julho de 2015 nos EUA, mas ainda não tem data confirmada aqui no Brasil. Nele vamos acompanhar a história de Quentin Jacobsen, um adolescente que nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de quarto Margo Roth Spiegelman. Quando ela invade seu quarto vestida e pintada estranhamente Quentin não pensa duas vezes antes de embarcar na aventura para a qual ela lhe convida. Porém, depois da noite maluca, Margo desaparece, e Quentin, como verdadeiro apaixonado, resolve investigar seu paradeiro. Se querem saber onde isso vai dar não podem deixar de ler o livro, e torcer para que o filme não demore a chegar nas telinhas aqui do Brasil. Até a próxima postagem!

Beijos