[DIVULGAÇÃO] Lançamento A Cor da Coragem, de Julian Kulski

Hey, pessoas!

O post de hoje é rápido, mas muito importante! Nele vocês vão encontrar todas as informações sobre o próximo lançamento da nossa parceira, editora Valentina: A Cor da Coragem, um relato emocionante sobre a Segunda Guerra Mundial feito pelo menino Julian Kulski.

A Cor Da Coragem tem tudo para se tornar um clássico como O Diário de Anne Frank, A Lista de Schindler e O Menino do Pijama Listrado. Uma obra inesquecível, um novo marco na historiografia sobre o nazismo e o holocausto, um raro e fascinante mergulho na Segunda Guerra Mundial pelo olhar de um menino soldado.



Em 1º de setembro de 1939, a Alemanha invade a Polônia. É o início da Segunda Guerra Mundial. Em poucos dias, Varsóvia se rende aos alemães, soldados poloneses depõem suas armas, a cidade já é um amontoado de escombros. Julian Kulski é um menino polonês de apenas 10 anos de idade. Filho do vice-prefeito de Varsóvia, escoteiro ousado e entusiástico, ele tem a firme convicção de que deverá lutar contra o Invasor. A cor da coragem é o diário de Julian Kulski, a história de seu amadurecimento durante os cinco anos da brutal ocupação alemã. Diferentemente do diário de Anne Frank, narrado a partir da sua clausura no esconderijo de um prédio em Amsterdã, o de Julian Kulski se passa nas ruas de Varsóvia, no front, no combate cara a cara com o inimigo, no infame Gueto onde se encontram seres humanos famintos, desesperados e doentes à mercê de todo tipo de tortura, do enforcamento, do fuzilamento, da câmara de gás...

“Este diário, escrito com o coração e pela mão de um adolescente, nos proporciona uma visão única e comovente da Segunda Guerra Mundial”.
- Lech Walesa, Prêmio Nobel da Paz

“Afinal, o que fica para um homem, além da sua honra… e da coragem de viver por ela?” (Julian Kulski)

Sobre o Autor: Julian E. Kulski, nascido em 1929, em Varsóvia, Polônia, é descendente de um rabino-chefe de Varsóvia no século XIX, Dov Beer Meisels, e de um rei da Polônia no século XVIII, Stanislaw Leszczynski. Depois da guerra, Kulski estudou arquitetura na Inglaterra e nos Estados Unidos, bacharelando-se em 1953 e concluindo seu mestrado em 1955 pela Universidade de Yale, e vindo a concluir o PhD em planejamento urbano em 1966, pelo Instituto de Tecnologia de Varsóvia Membro do comitê diretor da Fundação Kosciuszko, Kulski recebeu várias condecorações do governo polonês, entre elas a prestigiosa Cruz do Heroísmo, a Cruz de Comandante com Estrela da Ordem do Mérito, a Cruz de Prata do Mérito com Espadas, a Cruz do Exército Nacional, a Medalha do Exército Polonês (quatro vezes) e a Cruz do Levante de Varsóvia. Kulski vive com a esposa em Washington, D.C. 

Extras: Com Extras Digitais inéditos – filmes que o leitor poderá assistir escaneando um código QR ou simplesmente digitando uma URL – e repleto de centenas de fotos impressionantes e mapas, o livro apresenta, no final, uma lista com sugestões de temas a serem discutidos sobre a obra, seja em sala de aula, com seus amigos ou em família.

Ficou interessado e quer saber como adquirir já esse livro incrível que vai te despertar emoções incontroláveis? É só clicar em qualquer um dos links aqui embaixo e já garantir o seu exemplar!


Como sou fascinada por livros com este tema, já estou mais do que ansiosa para ler este título, e prometo que assim que o fizer volto e conto todas as minhas impressões a vocês! Não esqueçam de vir me contar o que acharam também!

Beijos!

[RESENHA] Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi - Joachim Meyerhoff

Hey, pessoas!

Como todos que acompanham o blog já sabem, agora somos parceiros da editora Valentina, com muito orgulho e honra, e neste primeiro mês de parceria recebemos dois livros. Na postagem de hoje, vou apresentar a vocês Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi, do autor Joachim Meyerhoff, um livro que me surpreendeu de várias maneira. Vamos lá?

Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi

TÍTULO: Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi
AUTOR: Joachim Meyerhoff
EDITORA: Valentina
NÚMERO DE PÁGINAS: 352 páginas
SKOOB - SUBMARINO - SARAIVA
SINOPSE:
Isso é normal? Crescer entre centenas de pessoas com deficiência física e mental, como o filho mais novo do diretor de um hospital psiquiátrico para crianças e jovens? Nosso pequeno herói não conhece outra realidade - e até gosta muito da que conhece. O pai dirige uma instituição com mais de 1.200 pacientes, ausenta-se dentro da própria casa quando se senta em sua poltrona para ler. A mãe organiza o dia a dia, mas se queixa de seu papel. Os irmãos se dedicam com afinco a seus hobbies, mas para ele só reservam maldades. E ele próprio tem dificuldade com as letras e sempre é tomado por uma grande ira. Sente-se feliz quando cavalga pelo terreno da instituição sobre os ombros de um interno gigantesco, tocador de sinos. Joachim Meyerhoff narra com afeto e graça a vida de uma família extraordinária em um lugar igualmente extraordinário. E a de um pai que, na teoria, é brilhante, mas falha na prática. Afinal, quem mais conseguiria, depois de se propor a intensificar a prática de exercícios físicos ao completar 40 anos, distender um ligamento e nunca mais tornar a calçar o caro par de tênis? Ou então, em meio à calmaria, ver-se em perigo no mar e ainda por cima derrubar o filho na água? O núcleo incandescente do romance é composto pela morte, pela perda do que já não pode ser recuperado, pela saudade que fica - e pela lembrança que, por sorte, produz histórias inconcebivelmente plenas, vivas e engraçadas.

    

"A loucura está do lado de dentro ou de fora?"

Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi é narrado pelo filho mais novo do diretor de um hospital psiquiátrico para crianças e adolescentes chamado Hesterberg. Por morar dentro dos muros da instituição, não existe outra realidade conhecida na vida do nosso pequeno protagonista, e por isso toda a história contada no decorrer do livro se passa nesse cenário. Isso por si só já torna o livro um tanto quanto curioso. É impossível não ficar curioso em conhecer a vida de uma criança que precisa crescer em meio a uma confusão de pacientes, dramas familiares e travessuras.

Desde o início do livro, somos apresentados a família do protagonista, composta por ele, seus dois irmãos mais velhos, uma cachorrinha, sua mãe e seu pai. O mais interessante aqui foi a forma inusitada como a família se relacionava com o ambiente que os cercava. Todos eles eram diferentes entre si, e estas personalidade acabavam influenciando sua proximidade ou afastamento daquele cenário. Um aspecto importante muito bem trabalhado pelo autor aqui é a realidade incomum que emana dessa família, por mais tradicional que ela pareça. Rotina é uma palavra que você pode riscar desde já do dia-a-dia destes membros familiares, bem como da sua leitura. A todo momento, somos surpreendidos por novas aventuras, novas cenas, novos acontecimentos, que nos tiram da zona de conforto e nos mostram um mundo completamente diferente daquele a que estamos acostumados. E este é com certeza um dos pontos fortes do livro.

O personagem narrador, Josse, como é chamado por seus familiares, é uma criança como qualquer outra: alegre, cheia de vida, curiosa e espontânea. Com exceção dos acesso de raiva que o acometem algumas vezes, ele poderia ser comparado a qualquer outro pequeno que conhecemos. E é exatamente com essa inocência que ele nos conta as histórias e nos mostra seu pequeno e limitado mundo. Durante essa narração, até mesmo os acontecimentos mais insignificantes ao nosso olhar se tornam grandes e carregados de sentido. As pequenas brigas domésticas, os fatos cômicos e trágicos que acontecem dentro da instituição, os jantares à mesa, as visitas e as brincadeiras com a cachorrinha, tudo aqui é importante. Com toda a ingenuidade característica dessa idade, Josse nos leva a acompanhar seu crescimento dentro deste ambiente inusitado. Mais do que isso: conseguimos enfim perceber seu amadurecimento, sua trajetória sempre influenciada por esse cenário e por esse estilo de vida, o único que conhece desde sempre.

O mais interessante aqui é perceber como a família de Josse tenta, apesar de tudo, levar uma vida normal, afastando os problemas e conflitos como qualquer outro grupo doméstico no qual nos inserimos. Seus próprios defeitos, suas próprias loucuras, tudo isso fica oculto e aparente nesse mundo, onde as aparências comandam e ao mesmo tempo são colocadas de lado. A mãe, uma mulher completamente dominada pelos afazeres domésticos, sonha com o verão quente e ensolarado da sua querida Itália; o pai enche-se de projetos que nunca chega a terminar e mergulha nos jornais e livros para esconder sua frustração; os irmãos vivem enclausurados em seus próprios mundos, moldando suas personalidades independente de todos ao seu redor. Tudo acaba vindo à tona em um momento ou outro neste livro, e é então que nos volta a pergunta introdutória ao livro, que tanto nos faz refletir: a loucura está do lado de dentro ou de fora?

Uma das partes que eu mais gostei no livro foi a essência estritamente realista que o autor conseguiu dar ao relato. Veja bem, este é um livro que conta o cotidiano de uma família, que apesar de todos os elementos incomuns que a envolvem, busca a todo custo ser "normal". Por este motivo, o livro é composto por altos e baixos, por dias bons e ruins, por narrações engraçadas e tristes, que te despertam amor, emoção ou ira. Ao contrário do que muitos de vocês podem pensar ao ler este parágrafo, nada disso torna o livro uma narração monótona. Talvez por conta do modo como o autor nos conduz, talvez por conta da linguagem utilizada ou do próprio personagem narrador, talvez até mesmo por conta da identificação que se torna possível do leitor com algumas daquelas cenas familiares tão características, a obra de Joachim não se transforma em momento algum num relato arrastado ou morno. As páginas passam, e nossa curiosidade só cresce. Somos completamente sugados pelo livro, pelo cenário, por seus personagens, e não conseguimos sair daquele mundo antes de chegar à última linha.

Outro ponto definitivamente indispensável dentro desse livro é a construção dos personagens. Desde os protagonistas que compõem a família até os próprios pacientes e coadjuvantes que vão surgindo no decorrer do livro, cada um deles foi moldado de uma forma complexa e completamente distinta uma da outra, o que torna todos um grande mistério a ser desvendado. Conforme vamos os conhecendo, conhecemos também seus medos, habilidades, conflitos, defeitos e qualidades, e acreditem, todos eles possuem todos esses elementos. Joachim Meyerhoff fez um trabalho primoroso com seus personagens, abordando cada um como um universo diferente e único, com pensamentos, emoções e sonhos exclusivos e mágicos.

A grande sacada do livro, para mim, é exatamente esta: acompanhar o dia-a-dia de pessoas comuns, com tudo que acontece neles e por muito tempo. É desafiador procurar reconhecer cada um dos personagens conforme o tempo da narrativa se alonga. As ambições mudam, os destinos são revelados, e nós, meros espectadores, vemos extasiados tudo isso, de camarote e com direito a ingresso vip. O mais incrível é que esse desenrolar acontece de uma forma natural, como se esperássemos exatamente por esses desenvolvimentos, sem grandes reviravoltas ou conflitos além do internos que acometem os personagens.

A diagramação da editora está impecável, e eu preciso confessar que essa capa acabou se transformando em uma das preferidas na minha estante. Eu não conseguiria imaginar nada mais apropriado a esse enredo! Não encontrei erros de revisão e a fonte utilizada é mediana e bastante agradável à leitura.

Para terminar, queria que vocês conseguissem compreender, se ainda não o fizeram, porquê eu gostei tanto de um livro com uma proposta tão simples: ele se torna grandioso a partir do momento que nos coloca frente à frente com nossa própria lucidez e nos faz entender que ela é apenas uma questão de ponto de vista. Aquilo que consideramos "normal" pode ser, enfim, a forma mais completa de loucura, transformando todos nós em seres humanos iguais, sem essência ou alma. A lição mais maravilhosa que este livro pode nos dar é de que todos nós somos um pouco loucos, e que isso é algo do que se orgulhar, porque nos torna únicos e especiais.

Até a próxima postagem! Beijos!

[PROJETO] Vamos Ler Juntos com a Editora Valentina

Hey, pessoas!

Não sei se vocês estão por dentro das novidades, mas a editora Valentina, nossa querida parceira, lançou há alguns dias uma proposta incrível e irrecusável a todos os seus leitores: um projeto de leitura coletiva do novo livro da autora já consagrada Huntley Fitzpatrick (autora de Minha Vida Mora ao Lado), Pensei que Fosse Verdade!


A ideia é essa mesmo: um período para que os leitores leiam ao mesmo tempo este mesmo livro, e discutam todas as suas impressões num grupo criado no Facebook pela editora. Não é demais? O evento acontece de 15 de agosto a 15 de setembro, e durante estes dias os comentários lá na discussão serão livres de spoilers. Mas depois do dia 15, quando a leitura já estiver finalizada, está tudo liberado e nós podemos nos esbaldar nas impressões e amores pelo livro!

Ficou a fim de participar também? Clica aqui e será redirecionado para o grupo no Facebook! Embaixo você encontra uma pequena apresentação do livro e os links para compra!


A ilha de Seashell, onde passei minha vida inteira, é tudo isso e muito mais. No entanto, a única coisa que eu quero é ir embora daqui. Gwen Castle nunca quis tanto dizer adeus à sua ilha natal quanto agora: o verão em que o Maior Erro da Sua Vida, Cassidy Somers, aceita um emprego lá como faz-tudo. Ele é um garoto rico da cidade grande, e ela é filha de uma faxineira que trabalha para os veranistas da ilha. Gwen tem medo de que esse também venha a ser o seu destino, mas, justamente quando parece que ela nunca vai conseguir escapar do que aconteceu – ou da ilha –, o passado explode no presente, redefinindo os limites de sua vida. Emoções correm soltas e histórias secretas se desenrolam, enquanto Gwen passa um lindo e agitado verão lutando para conciliar o que pensou que fosse verdade – sobre o lugar onde vive, as pessoas que ama, e até ela mesma – com o que de fato é.


Além dessa proposta linda e criativa, a Valentina ainda montou um calendário todo maravilhoso para você que gosta de ter sua leitura organizada e acompanhar cada avanço! Para quem quiser, é só clicar na imagem aqui embaixo, salvar e começar a usar! Caso prefira fazer o download em PDF do calendário, é clicar aqui nesse link.


E aí, vamos ler juntos? Beijos!

[ASSISTIR] 5 motivos para ver Servamp!

Olá pessoal, 

Aqui quem fala é a Luisa e eu, como uma boa viciada em animes, vou falar do último anime que eu vi Servamp, dando 5 motivos para você ver também! 


1. Temática sobrenatural inédita 
Eu particularmente amo histórias de vampiros sejam clichês ou não. Porém, eu jamais tinha visto uma abordagem dos vampiros da forma como é feita em Servamp. O fato dos vampiros mais fortes serem servos de humanos (SERVENTE + VAMPIRO = SERVAMP), os chamados Eves, é algo bastante novo e muito bem trabalhado, principalmente pelo fato desses vampiros serem os mais fortes entre todos os outros. 

2. Sete pecados capitais
Além de servem serventes e serem obrigados a fazerem as vontades dos seus senhores (em troca do sangue deles), eles ainda estão relacionados aos sete pecados capitais. São sete Servamps, mais o oitavo que é o Servamp da Melancolia. 


3. Os nomes 
Ainda falando sobre os servamps, o criador do anime foi muito perspicaz na hora de escolher os nomes dos personagens, principalmente porque todos estão em inglês independente da legenda do anime. Se você parar para analisar, eles têm muito a ver com o pecado e a personalidade de cada servamp. Como, por exemplo, um dos protagonistas Sleepy Ash, que significa algo como dorminhoco cinzento, isso tem tudo a ver com o personagem que possui parte do cabelo cinza e dome bastante. 

Nomes: Preguiça - Sleepy Ash (nomeado como Kuro)
Orgulho - Old Child (nomeado como Hugh)
Luxúria - All of Love (nomeado como Snow Lily)
Melancolia - Who is coming (nomeado como Tsubaki)
Inveja - Doubt Doubt (nomeado como Jeje)
Ganância - Lawless
Ira - Mother of Wrath 
Gula - World End

4. Os poderes 
Pode ser bastante engraçado o fato do herói ter uma arma na forma de uma vassoura. Contudo, no enredo as armas extravagantes combinam com os Eves e fazem muito sentido no humor contido na história. 

5. Trilha Sonora 
Um bom anime não é nada sem uma abertura e um encerramento dignos e Servamp não fica para trás em nenhum aspecto. Aqui vai a abertura do anime que é minha preferida hehe



É isso pessoal, espero que tenham gostado!! 

Abraços, 
Luisa 

[POSTAGEM EM CONJUNTO] Porque você precisa ver Stranger Things

Hey, pessoas!

Levanta a mão aí quem ainda não ouviu falar sobre Stranger Things nestes últimos tempos! Caso alguém tenha mesmo levantado com sinceridade eu te pergunto: como assim?

A nova série original da Netflix já é sucesso mundial, ficando entre as mais comentadas e assistidas. E eu posso dizer com toda sinceridade que ela tem motivos para isso! Eu maratonei a série e consegui ver os oito episódios da primeira temporada em apenas um dia, e não, não é qualquer série que me prende assim.

Stranger

Se todos os comentários positivos (ao extremo!) ainda não te despertaram nem o mínimo de curiosidade em conferir a série, aqui neste post você encontrará dez motivos para começar ainda hoje a se viciar em Eleven e sua turma também! Vem comigo!

1. A série é curta

Não tem desculpa para não dar uma conferida básica em Stranger Things, porque a primeira temporada conta com apenas oito episódios de aproximadamente quarenta minutos cada, então ela cabe, sim, na sua agenda. Depois que você terminar garanto que, assim como eu e muitos outros fãs, vai ficar se perguntando porquê diabos não tem mais tempo em cada episódio!

2. O enredo é fantástico!

Sabe aquele tipo de história que te prende do primeiro diálogo à última cena? Essa é Stranger Things, meus amigos! A trama é envolvente demais, e com certeza seus olhos não vão desgrudar um segundo da tela!

3. Os personagens são marcantes

Nesta série, um dos aspectos mais interessantes, é que praticamente todos os personagens são de alguma forma importantes na história. Além disso, eles são extremamente bem construídos, e você vai amar alguns e odiar outros com uma intensidade doentia!

4. Referências garantidas

Não só de originalidade vive Stranger Things, meus amigos, e isso só a torna mais sensacional! Muitas cenas foram pensadas para lembrar filmes clássicos que fizeram parte da vida de todos nós, e muitos autores épicos (como meu amado Stephen King) serviram de inspiração para a criação do enredo. Tem como não amar?

5. Tudo na medida certa

Stranger Things é um tipo de história que tem a dose certa pra tudo: tem romance, tem drama, tem comédia (Dustin <3) e tem suspense, tudo isso equilibrado da maneira certeira pra te fazer pirar na cadeira e querer entrar dentro daquele cenário maravilhoso!

Então é isso, pessoal! Ops, espera! Eu disse DEZ motivos, certo? Não, eu não estou doida, por mais Stranger Things que eu tenha assistido. O que acontece é que os outros cinco motivos serão liberados no blog Aliança Mágica, da minha rainha Luisa Soresini, no qual agora eu sou colunista. Se eu fosse vocês corria logo pra lá, porque ainda tem muita coisa boa pra ser dita!

Até a próxima postagem! Beijos!